REGRESSO

Lendo o ultimo post da Andrea Pagano (blogandreapagano) vi alguns bilhetinhos que a filha Pietra escreveu para a mãe e o pai, e me veio o pensamento: Na infância, o primeiro grande amor de nossas vidas são os pais.

Quando o pai volta do trabalho, o filho o espera com bracinhos abertos emocionado por que está retornando. Mesmo que seja de apenas um dia de trabalho.

Quando adultos, encontramos as almas que nos completam e o grande amor da sua vida muda, ele passa a ser aquela pessoa, pela qual não se concebe a idéia de viver sem.

Nascem os filhos, e o grande amor da sua vida passa a ser aquele a quem gerou, o ser dependente que te fará preocupado por toda uma existência.

Se na infância o retorno breve de um pai e uma mãe parece festa com fogos, imagine a emoção daqueles que não sabem se o amor da sua vida um dia retornará...

O vídeo abaixo, acredito, mostra um pouco do que digo.


Graças, que não somos um pais em guerra.

abração...boa quarta-feira

10 comentários:

John Rômulo disse...

O video é lindo! e suas palavras são verdadeiras.Devo dizer que não havia realmente pensando nisso,pelo menos não assim
É a ligação mais forte que existe.
Não tenho filhos,mas imagino que olhar o filho é ter a certeza de que,sim,você continuá a viver...
Os meus pais foram os grandes amores da minha e serão sempre.Saudades deles^^


parabéns pelo blog!

Ana Paula disse...

Tu foi uma vez me visitar e não voltou mais, não gosto de cobranças e muito de compromissos sério (ho ho)
mas tb não volto mais aqui, por mais irresistível que é seu blog.
Rum! homens... hauhauha
Tá eu volto só pq tu insistiu muito.
Muito mesmo, daquele jeitinho que só tu sabe insistir.
Então tá. chega, já falei que volto...
E ah, o amor é lindo em todas as suas formas, seja nas preocupações que nos causam na saudades que nos torturam o amor sempre se faz lindo.
:)
tchau s/beijo

Ana Paula disse...

Tá perdoado.. só pq é gatinho, se fosse feio eu não perdoava, tacava era pedra.hahuaha
Mas que eu não precise chamar de novo hein!Rum!Se não a coisa vai ficar preta pro seu lado.
Rum!


kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Outro, beijo

Isadora disse...

Rafael, os bracinhos abertos de nossos filhos para nos receber, é uma felicidade que não dá para colocar em palavras.
Só enroscando os braços neles e enchendo de beijos.
Um beijo

D. Martins disse...

O video é lindo Rafa.

Mas concordo com o que a Isadora disse, não existe palavras pra expessar a felicidade e o amor incondicional ao chegar em casa e ter aqueles bracinhos abertos te esperando.

Filhos. É uma dadiva, é um grande amor, sem fronteiras. Feliz eu que tenho um grande amor assim..rs

(Egoista né? hahaha)

abração meu querido!

Andrea Pagano disse...

Ahhh seu danado!
Fez eu chorar logo cedo!!!!
Não leu meu meme não???
O video me fez chorar muitoooooo, não posso ver essas coisas...
Muito emocionante!!!

Primeiro, obrigada pela referência, fiquei muito, mais muito feliz!

Em relação ao seu texto, sempre tão sensível aos sentimentos alheios, realmente é um grande amor... Nas férias da Pietra eu sempre a deixava na escola para um curso de férias, pois eu também continuava trabalhar e ela de férias, como poderia ser? Mas,também por alguns dias a deixava em São Bernardo, na casa da avó, mãe do Carlos, para que ela tivesse mais convivência com a avó,primos, etc... Mas sempre ela queria voltar antes do prazo...Ligava chorando e não tinha jeito...ia buscar!
Outro dia na sala, estavámos vendo um programa juntas, sobre férias, etc. e ela me falou:
- Mãe, se a vovó Ana não tivesse te ligado para eu voltar aquele dia, eu ia subir naquela escada, no andar mais alto e ia pular! Porque preferia morrer!
Aquilo foi tão forte, que me assustou pela tamanha falta que fazia para ela, mesmo só voltando a noite!
E agora que estou em casa, sem trabalhar, vejo como estou fazendo ela tão feliz!

Fazemos muita falta aos filhos...

Desculpe o comentário enorme...É que falar delas...Não me controlo!

Beijo grande no seu coração, espero sinceramente que Deus te prepare uma pessoa linda assim como vc !

Cris disse...

Aqui de novo....rs
Rafael, não somos um país de guerra declarado, né?
Ninguém sabe se o pai, a mãe, o filho, o amigo ou quem quer que seja voltará para casa no final do dia, da balada, do trabalho, de um passeio, de uma estrada.
Temos inimigos armados em facções que ditam regras ao nosso governo e ameaçam todo e qualquqer cidadão. Invadem sua casa, tomam tudo que vc consegiu ao longo da vida. Quando nos tiram só isso, agradecemos e dizemos que temos sorte. O complicado é quando levam definitivamente por NADA pessoas que amamos ou as deixam para sempre na inércia de seus corpos.

Nenhuma guerra tem sentido, mas a nossa tem menos ainda.
Crianças morrendo de fome e o nosso lixo é um dos mais "ricos" do mundo....

ow ow

Toamra Deus que todos voltem para casa!

Um beijo pra vc

Karina disse...

Rafael,
Não consegui ver o vídeo, mas você já assistiu o filme "As invasões bárbaras"? Se não, indico, pois é um filme belíssimo e tem um pouco (ou um tantão) que ver com o seu post de hoje. Quando vi esse filme, me acabei de tanto chorar (não vou contar o final do filme). Quando pensei que estava voltando ao normal, o filme terminou com a música que meu pai mais gosta da Françoise Hardy. Aí foi um golpe baixíssimo, porque eu saí da sala de cinema em prantos, e a minha amiga com uma tremenda vontade de rir. Um beijo, Karina.

Dama de Cinzas disse...

Bem emocionante o vídeo! Tem a parte do cachorro recebendo o dono, lembrei da minha cachorra que mora com minha mãe, que faz um verdadeiro escândalo quando vou lá... É algo que o prédio todo ouve... rs... Filhos eu não tenho e pessoas que amo estão próximas, então não tenho passado muito por isso com gente... Mas deve ser uma puta emoção!

Beijocas

Marcos disse...

olha, realmente o nosso primeiro exercicio ao amor é feito com os pais... eu sempre acreditei nisso....

Abçs