ADOLESCÊNCIA

“ Nos dias de hoje, ser anônimo, é pior que ser pobre”Rachel Berry, personagem do seriado Glee ( Fox).
Após inúmeras matérias, posts, sobre esse novo seriado americano, produzido pela Fox, resolvi dar uma conferida. E não é que o negócio é bom mesmo!!!
Uma turminha de “deslocados” da escola se juntam para cantar num coro, os conhecidos High School Band. É a mesma mistura que vemos em dezenas de outros filmes: losers, cheerleaders, jogadores de futebol americano. Mas em Glee, é engraçado e você acaba se envolvendo com a história.
Sobre a frase que abre o post, é inacreditável como isso é global. Realmente ser anônimo é pior que ser pobre, por que vemos as pencas sites com fotos, apresentações, vídeos de gente desconhecida. É nítido no cenário, que se tratam de pessoas pouco abastadas, mas a câmera digital está ali, mais o note book, a internet, e a linguagem universal dos sites de relacionamentos. Incrível.
Há um blog chamado PGA que mostra algumas imagens captadas de facebook, Orkut e outras fontes que desconheço. Nela percebe-se claramente, assim como no You Tube, que o que vale é ter seus 15 minutos de fama. O mais triste, é que senhoras de idade avançada, também posam como periguetes, em fotos “sensuais”..rs. Como já li neste blog, trata-se do advento da câmera digital, associados ao fechamento dos bingos...rs rs rs.
Ser um adolescente anônimo é terrível num mundo globalizado. Quando estive no ginásio e colegial ( que hoje tem outro nome), não fui o mais popular, mas também não era o loser que ficava nos porões da escola. Era o cara que ficava na sua, bom aluno, amigo de todos...mas de jeito nenhum me arriscava em competições, olimpíadas e o que fosse para projetar os alunos. Era melhor ficar no meu cantinho do que ser alvo de chacota. Adolescente é cruel, em qualquer tempo.
Vale a pena conferir Glee, que encerrou sua primeira temporada. Os sites de donwload já tem disponível os 8 primeiros episódios, com boa definição e legendas muito bem traduzidas. Pra quem quer algo leve, sem ter que se preocupar com grandes interpretações assista, a diversidade do grupo é marcante, temos uma oriental que possui um problema de gagueira, um cadeirante nerd, uma aspirante a estrela, o jogador bonitinho, o menino gay, a professora desiludida, o professor que já experimentou o sucesso na adolescência, tudo misturado. Mas essa diversidade alfineta o conservadorismo da sociedade (e não apenas na sociedade estadunidense, não sejamos hipócritas, ela nos atinge também.
Tá dito...bom divertimento.

Abraço a todos

2 comentários:

André Mans disse...

realmente
uma das melhores séries desse ano
se não> A MELHOR.

beijo!!!!!!!

Susyanne Alves disse...

Ainda não vi mas parece muito boa.
No colégio eu fazia o gênero nerd fracassada.
Crescer é a melhor coisa desse mundo.

Beijíssmo