um Chef genial


Quando Ratatouille estreou no cinema confesso que torci o nariz. Não me empolguei para assisti-lo, mesmo adorando desenhos.

Há uma diferença sutil entre os desenhos produzidos pela Disney de outras empresas como a DreamWorks de Spielberg, a Pixar quando ainda não estava associada a Disney, que é a profunda humanização dos personagens.

Shrek é um monstro, que atraiu atenção do público por ser desajeitado e viver uma linda história de contos de fadas, mas a Disney consegue dar vida aos seus personagens, semelhanças com humanos, expressões que comovem.

Desde os mais antigos desenhos, como Branca de Neve que é possível perceber essa faceta. Olhos brilhantes, piedosos e suplicantes, mas não ao estilo gato de botas. Com o passar dos anos, eles intensificaram essa proximidade com as expressões humanas o e o que se vê em Remy, o ratinho cozinheiro é um show de olhares, sorrisos e demonstrações de sentimentos, muito próximos aos nossos.

Cada vez mais a computação gráfica consegue atingir a realidade. Apesar de o personagem principal ser um rato que anda em duas patas, fala e interage com outros de sua espécie, os desenhos animados tem revelado roteiros de imenso bom gosto e realismo. Desde o Rei Leão que as empresas cinematográficas descobriram que o desenho animado realmente vende. Tudo isso que estou falando não é segredo pra ninguém, muito menos para esses produtores.




Garanto, prefiro muito mais assistir a algo ingênuo, cativante como Ratatouille do que alguns filmes que chegam aos cinemas ou locadoras, onde diretores querem provar uma capacidade de criação que foge ao que entendo como bom gosto.

Ratatouille foi uma grande surpresa e um sentimento de “mea culpa” por ter desprezado quando esteve no cinemas, e demorado tanto tempo para conferi-lo.

A mensagem subliminar de que todos são capazes de tudo, basta apenas acreditar e dedicar-se é uma verdade que às vezes esquecemos. O filme tem uma dose exata para tudo o que se propôs a mostrar, vilania na medida certa, mocinhos que se apaixonam, um herói que não se esforça pra ser herói, família, amigos e companheirismo.
Ratatouille entrou para a galeria dos “meus” melhores filmes.



8 comentários:

Jarbas disse...

gostei desse filme também.
sou viciado em animações, indico bee movie!

abraços.

Jackson Jr. disse...

adorei o filme. o diretor é o mesmo de "os incríveis", outra animação que tb adoro.

abraçosss!

Ainda mais por dentro...(rick) disse...

Gostei do filme cara, apesar de curtir animações mais tradicionais e com lições mais infantis.

André Mans disse...

essa animação é de fato clássico instantâneo... não sei te dizer se é o meu favorito, sou fã de monstros s.a. mas tá lá bem perto

falta só eu adquirir e colocar em destaque na minha estante de dvds

pitel esse desenho

e viva o ano do rato!

Alm_ disse...

eu tb esnobei essa animação no cinema!! mas agora deu vontade de ver, sim...

R Lima disse...

Primeiro que sou fã de gastronomia.. ponto 1 e depois que sou fã de animação infantil.. ponto 2.

Esse desenho é show.. e o ratinho é de uma simpatia.

É recomendação das mais animadas.

Abçs,




Texto de hoje: cErTeZa...

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Gustavo disse...

Caraca eu nem vi esse filme ainda hahahaha

Mas todos dizem que vale a pena, mas quando entro na locadora acabo sempre escolhendo os dramas, aguas-com-açucar, terro e ação rsrs

Mas amo desenho animado, tenho até a camiseta do Sr. Incrivel que fiz questão de comprar o DVD para ganhar a camiseta hahahaha...

Mas o que você falou é verdade, Disney é Disney, acredito que o ar que transcorre dentro daquele estudio é humano demais e isso é que faz das cosias assim BEM Disney.


Bjunda

Sandoval, mais conhecido como Sandô disse...

Rafael, nao sei onde escrever, mas vai aqui mesmo. Nao tem muito a ver com esse filme...nada a ver aliás, mas com aquilo que voce disse, de gostar de filme, novela. A minha dica de filme do mês entao é um filme paulista dos anos 80 chamado Cidade Oculta. O filme é bonzinho, numa época qdo a gde maioria dos filmes do BR eram...maus! Vale pela trilha do Arrigo Barnabé e música que ele canta com TT Espindola "Pô, amar é importante!" E pela Carla Camuratti, que está um pitéu no filme (sei que alguém já usou esse termo aí nos comentários, mas o Paulo Francis é que gostava desse termo: PITÉU. Ele usava pra Cláudia Abreu, por exemplo!!!!)