Ser ou não ser

Existe um termo em inglês que não há tradução ao pé da letra ou significado direto em português. Trata-se de “demeanig” ( derivação de demean = degradante).
Na verdade o que termo quer dizer é algo do tipo “pequeno”, “humilhante”, “ depreciativo”, mais ou menos isso.
Às vezes quando presencio algumas situações ridículas logo me vem a cabeça : - Puxa que coisa mais demeaning.
Exemplificando o que digo talvez me faça entender mais claramente. Quando se está na praia e os vendedores de algodão doce passam vestidos com aquelas roupas absurdamente quentes, num sol de 40°, fantasiados de Teletubes, Monica, Cebolinha ou seja lá o que for, logo digo, “que profissão demeaning”. Num calor desses o cara ter que andar quilômetros numa areia escaldante, com uma fantasia rota, pra vender o seu produto de sobrevivência, isso chega a ser triste. Não que eu esteja depreciando o trabalho da pessoa, não é isso, e sim a forma como esse pobre coitado trabalha.
Há outras situações também em que pode ser empregado esse termo. Amy Winehouse, por exemplo, e suas fotos se drogando, suja, maltrapilha. Susana Vieira de minissaia, querendo ser garota. Rafael Pilha ( opa...Ilha...rs) querendo se fazer de bom moço. Rafael Vanucci 400 kg mais gordo, posando de galã. Belo gravando vídeo promocional do seu CD, totalmente demeaning.
Mas há situações um tanto engraçadas, mas que podem sem dúvida alguma ser empregado o termo, como o marido que ao sair com a esposa carrega sua bolsa embaixo do braço. As vezes você vê aquele cara sério, vestido todo com roupas sociais, e uma bolsinha dourada a tira colo. De duas uma, ou a mulher manda nele, e isso é sinônimo de capacho, ou ele realiza o sonho de andar de bolsa pela rua...rs.
Me lembrei de escrever sobre isso por que outro dia, caminhando pelo bairro onde moro vi um cara, que conheço de vista, na verdade um casal. O cara deve ter uns 2 metros de altura e pesar uns 120 kg...rs rs rs...o cara é gigante, não de gordo, mas de forte. Estava ele passeando com uma poodle de saínha pelo calçadão da praça. A cena foi tão demeaning que acabei guardando esse tema para colocar aqui.
De novo digo que não é o fato dele estar passeando com a cachorra, mas a situação. Um cara que poderia ser tranquilamente um lutador de vale-tudo, passeando com um cão, de roupinha e minúsculo. Tanto que quando outro cachorro maior se aproximou, ele deu um puxão na cachorrinha (como se fosse um iô-iô) e ela desapareceu na palma da mão dele...rs rs rs
É isso. Se quem passar por aqui, lembrar ou achar que alguma situação e enquadra, deixa aí nos comentários, assim saberei se apenas eu é que vejo o mundo desse jeito...

Abraço a todos.

PS.: Obrigado ao Marcos pela consultoria.

3 comentários:

Serginho Tavares disse...

essas coisas me dão vergonha alheia! existem muitas por ai. lembrei agora de um curta que por si só já era péssimo onde via-se a barbara paz mostrando os peitos caídos.

HAIRYBEARS disse...

É PQ TEM GENTE QUE

NÃO SE TOCA .......




HAIRYBEARS
http://hairybears.blogspot.com/

Márcia disse...

hahahaha Rafa meu amor...
é por que vc não tem idéia do que a gente vê por aqui... entre a Rio-Niterói e o Pão de Açúcar...
tem de tudo, mas o mais hilário é ver os "passeadores oficiais dos cães dos outros" com umas 10 coleiras nas mãos e não sabendo exatamente que direçao seguir e sendo puxado como um trenó...hshshs é show!!
Vem prá cá que a gente vai curtir ... a paisagem...bjoca