E os filhos crescem
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Adeus a primeira dama
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weng weng
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Um amigo me passou um video desse cara ( um tipo de 007 das Filipinas ).
Eu juro que nunca tinha visto. Os filmes são todos da decada de 80, e são extremamente bizarros. O ator morreu em 1992.
Aí pesquisando e rindo das percipécias dele, achei esse video no You Tube. Faz parte dos filmes dublados pelo Tela Class da MTV.
Não sei se o meu humor tava ótimo hoje, mas ri demais. Espero que agrade a quem tiver paciencia de assistir.
"Um diabo em forma de Guri" Parte 1
Ps.: Lembrando que eu tenho verdadeira fobia de anões.
Abraço e boa semana.
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Poema
Posted by Rafael | Posted in artes com o Jamal |
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ILUSÃO DE AMOR
Beijei teus lábios de papel querida,
Tingidos de batom!
E eu vi a tua imagem refletida,
Na pálida ilusão!...
Ouvi tua voz meiga a falar-me bem baixinho
Querendo me segredar...
E os teus lábios finíssimos de arminho
Disse-me algo a consolar!
Quando a noite, eu sonhei contigo,
Com o carinho de teu dom.
E beijei os teus lábios amigos,
Tingidos de batom.
Messias Andrino
Faculdade de Teologia 11/08/48.
Facelido em 06/08/2002
Bom fim de semana a todos
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Sex...
Posted by Rafael | Posted in CINEMA E AFINS |
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Bem, passado todo burburinho da estréia, e toda ânsia dos mais afoitos em conferir SEX AND THE CITY, lá fui eu ontem, antes do jogo pra conferir o que de tão maravilhoso tinha o filme, que tanto comentário surtiu.Posso confessar que nunca fui fã desse seriado. Não gosto do modo “feminista” como elas conduziam as histórias, então não posso discursar sobre o que se passou com a vida das personagens durante os seis anos de série, mas claro, conheço a personalidade e o papel de cada uma dentro do contexto.
SEX AND THE CITY – o filme, é uma boa e leve comédia romântica, mas continua sendo uma apologia aos direitos, a supremacia, e tudo mais que as mulheres clamam.
O que se vê nas mais de duas horas de projeção é um desfile de modas ( um tanto bizarro, diga-se de passagem), com direito a grandes grifes, luxuosas bolsas, sapatos e tudo mais que povoam os sonhos de toda mulher, além das personagens serem bem resolvidas profissionalmente, ou bem casada, ou com dramas supérfluos.Sim, tudo isso até a história engrenar, aí sim os dramas ficam parecidos com os de qualquer ser humano. Mas a tônica de tudo isso é simples, se há algum mal ao qual as mulheres padecem, esse se chama “homem”.
Incrível como o homem é culpado por tudo dentro da história do filme. O cara traiu a mulher, tudo bem, nada louvável isso, mas pô, pára um pouco e pensa. Há seis meses a mulher não faz sexo com o marido, tem uma mata atlântica no meio das pernas e durante o sexo diz pro cara terminar logo por que precisa trabalhar em breve. Cacilda!!! Além de tudo o cara ainda é um FDP? ( perdoem o palavrão).
Não, o cara é um ótimo marido, bom pai, honesto, mas que também é homem, tem suas necessidades, e ninguém vê que ele ao traí-la ficou arrependido ao ponto de não conseguir guardar segredo. Onde está o mérito dessa honestidade. No fim, o perdão vem, mas a pincelada de abnegação, de mártir, ficou pra personagem feminina, que dentro do seu contexto de maravilhosa “mulher” perdoou o marido cretino.
A visão que se tem é essa, homens são culpados pela infelicidade feminina.Mas há sim, dentro de tudo isso algo encantador, que faz com que, mesmo sendo homem, sintamos inveja. A amizade incondicional que uma sente pela outra. Em todo momento observei a preocupação, a sinceridade e o amor fraternal mutuo, e isso tudo desprovido de qualquer interesse. Talvez esse seja o conto de fadas mais importante da história. Você cultivar amigos, que se importam com sua vida, seus problemas, que choram os seus sofrimentos, que atravessam uma cidade inteira, apenas pra te fazer companhia, por que percebeu sua solidão. Esse tipo de amizade é que precisávamos pra vida real, não a apologia de mulheres poderosas, ricas e auto-suficientes.
No fim conclui que SEX AND THE CITY é sim um bom filme, não ao ponto de ser classificado de “maravilhoso” como muita gente tem feito. Como já disse, não curto feminismo, machismo, ou seja lá o que for, em abundancia. Prefiro os equilíbrios.
É isso, ta dito.
Abração a todos.
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Chapolin Colorado x Superman
Posted by Rafael | |
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Siga seu Rumo - Pimpinela
Versão mais moderna do classico da década de 80.
Tom...é disso que eu falei....rs rs rs
abração a todos.
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Pede ao carequinha que ele atende.
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Ferver em 1 litro de água:
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O AMOR É LINDO....TCHAN!!!
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abraço a todos| Reações: |
SOLTE SUAS FERAS, CAIA NA GANDAIA
Posted by Rafael | Posted in bobagens do Jamal |
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Eu era bem criança quando surgiu a novela revolução da TV brasileira, Dancin Days. Gilberto Braga idealizou para as telas da Rede Globo um mix do que existia de mais moderno naquele momento, junto de uma trama tipicamente carioca, recheada de novos talentos e emoções mexicanescas.
Mas o quero falar é da abertura da novela, que trazia o grupo de mulheres despachadas, fanfarronas, e com o perdão da palavra “mocréias”. O titulo da musica é o mesmo da novela, e embalou a geração Saturday Nigth Fever, nas recém inauguradas discotecas.
Através da biografia da banda escrita por Sandra Pêra, umas das integrantes ( irmã de Marília Pêra) tem-se uma panorâmica do final dos anos 70 e o por que do surgimento da estrondosa e irreverente banda de mulheres nada a ver com o que o mercado pedia.Dias atrás, sentado na Livraria Cultura, tive uma sensação de revival da minha infância, quando escutava abertura de Dancin Days, Feijão Maravilha. Uma época tão inocente para mim, mas que fervia em um país assolado pelo regime militar decadente, capenga, mas autoritário.
As roupas, o estilo, a juventude de astros como Ney Matogrosso, que engrossavam o coro da MPB naquele momento. Elis Regina, no auge da sua carreira, Nara Leão, Caetano Veloso e tantos outros. Muitos deles sobre a batuta de Nelson Motta, que está aí até hoje revelando o que nossa musica pode produzir de bom.
É difícil explicar para os jovens de 18, 19 anos o que é a sensação deste final de anos 70, e inicio dos 80. A atmosfera dessa época, uma certa inocência, tudo isso é tão delicado no memória, que chega a dar saudade. E não sou apegado ao passado, acho que isso é coisa de quem parou no tempo. Mas sentir essa melancolia da infância as vezes é gostoso.
Não curto reviver o passado através de livros que trazem brinquedos, programas, comidas de certas épocas. Fico sim, saudoso, por que muitas dessas coisas deixaram de existir, mas em compensação, quem poderia imaginar em meados de 1985, por exemplo, que 23 anos depois eu estaria aqui escrevendo isso, e publicando num espaço onde qualquer pessoa do planeta pode acessar.
Os anos 80 foram bons sim, por que eles deixaram na memória do país passagens inesqueciveis da nossa história, entre elas o Rock in Rio, o fim de um regime político e o inicio dessa nossa democracia corrupta, mas necessária. Fafá de Belém cantando o hino nacional no Fantástico em homenagem a Tancredo Neves morto, Rosana gritando " como uma deusa" aos 4 ventos, Blitz, Metrô, Radio Taxi, novelas de Cassiano Gabus Mendes. Clássicos do cinema como ET, Footloose, A cor Púrpura, e tantos outros. O surgimento de Xuxa, as noites de Show de Calouros do Silvio Santos, o Cassino do Chacrinha.
Aos que nem o disco de vinil conheceram daqui uns anos saberão o que é essa sensação de revival quando olharem para a infância e lembrarem do seu play station 2, totalmente arcaico....rs rs rs....
Boa semana pessoal.
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IGNORÂNCIA
Posted by Rafael | Posted in FALANDO SÉRIO |
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Esse é basicamente o mal deste século, a ignorância. Mas não falo da ignorância de estudo, daquele que por problemas sociais, físicos ou mentais está impedido de se engrandecer culturalmente, e quando falo em cultura, não quero dizer “arte” e sim vivencia.
A ignorância que me refiro é a do fino trato, da forma como se interage dentro da sociedade. Falo dos ricos, dos inteligentes, mesmo dos mais miseráveis, daqueles que não tem tato, nem visão do próximo. Aquele que a ignorância está revestida de arrogância, aquele que se julga mais que o amigo ao seu lado. Falo dos que se intitulam “empresários”, e na verdade são carcamanos insensíveis e cegos. Falo também do político que subestima a inteligência de seu povo falando asneiras e prometendo fantasias, e do povo “astuto” que ludibria seu próximo e se deixa levar por promessas ocas.
A ignorância esta diretamente ligada à pobreza de espírito. Identificamos o individuo pobre de espírito facilmente. É aquele amigo que se julga “o bom”, é aquele chefe que não da valor ao suor de seu funcionário, desvalorizando suas ações, renegando o salário pago em detrimento de um acumulo de riquezas pessoais. Esses são os ignorantes de espírito. Os que humilham o funcionário, os que ainda vivem na era do “tirar vantagem”. Esses são os ignorantes doentes, o câncer da sociedade.
Pessoas desse tipo estão em desuso, mas não percebem. O mundo se renova a cada minuto. Mentes novas aparecem, idéias novas surgem, mas esses “ignorantes” não compreendem, por que estão preocupados com seus mundinhos, olhando diretamente seus umbigos, e amanhã quando finalmente resolvem olhar pra frente, se vêem num precipício, impedidos de alcançar aqueles que caminhavam a seu lado.
Falo também da ignorância dos que acreditam perfeitos, que discriminam o “diferente”, seja ele por sua opção sexual, sua condição financeira, sua incapacidade física, sua idade ou o que for. Falo desses indivíduos, que as pencas surgem em nossa trajetória. A esses o sentimento é de pena, por que a insensibilidade do preconceituoso o impede de enxergar ou se emocionar com o mais simples que a vida oferece.
O sentimento de que “fazendo sua parte o mundo um dia será melhor” as vezes desanima, por que olhar para a cara de um ignorante, que você sabe vai morrer assim, é desalentador. Mas como bons brasileiros que somos, por que temos a esperança inserida no DNA, viramos as costas, ou olhamos para o lado, e assim ao enxergar semelhantes, conseguimos seguir em frente, por que o fato inquestionável é que existem ainda muitas, mas muitas pessoas que fazem o mundo valer à pena.
Bom fim de semana a todos.
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